No 13º Reencontro, tivemos a oportunidade de rever velhos amigos, entre estes, o médico anestesista Doutor Márcio Santos, irmão do ex-prefeito Marcos Davi, Zé Carlos “Ziburga”, Cocada do Banco do Estado, Doutor Roberto Silva, filho do saudoso Domício Silva, Doutor Emílio Silva, idem.
Presente ao evento o poeta Remi Bastos, que sempre pergunta pelo mano Francisco Soares, também seus irmãos “Mitinho”, Roseane, e outros filhos do saudoso Seu Plácido. Doutor João Soares Neto seu cunhado. Sandra de Miguel da Barriguda.
Ex-jogadores do Ipiranga: Nêgo Paulo, Bibi e Tião, irmão de Érasmos e Manoel Cirilo, os filhos de Lelé.
Amigo Vanger filho do saudoso Walter de Marinheiro. Alguns dos filhos de saudoso Zé Merêncio, Giu “Pira” entre outros. Cuca irmão do professor Washington “Dotinha” Do banco do Brasil: Grande Capiá de Seu Zeca, Paulo Décio, entre outros.
Da galera citada no cordel: Minha irmã Selma Campos, Aninha, Roseane, Sebastião Malta e sua esposa Maria, Floriano e sua esposa Silvana e Erenita, parabenizamos pela organização.
Fazendo a cobertura do evento: Portal Maltanet, na pessoa do amigo Malta Neto, e Alagoasnanet na pessoa de meu irmão Sérgio Campos.
O amigo Barão José Peixoto Nóya (Zeneto) que neste sábado estará lançando nas dependências da AABB de Santana do Ipanema, as 20:00h. o livro “O Marechal que Virou Major”, agradecemos desde já o convite. Rubens Nóya e Roberval Nóya também se faziam presentes.
Enfim cerca de duzentas pessoas entre jovens, e velhos amigos do meu tempo de infância e juventude numa confraternização bacana, sadia, saudosista, mas também de olho no futuro de nossa cidade. Pois a prefeita Doutora Renilde Bulhões ensejando a oportunidade falou do projeto que tem para a comemoração dos 50 anos de Festa da Juventude, ano vindouro.Foi aquela uma tarde tranquila e prazerosa ao som de uma banda agradável, em doces melodias que nos levavam à época de então.
Todos que nos cumprimentaram comentaram sobre nossas crônicas e contos postados neste e noutros portais santanenses. Desde já agradecemos aos comentários e palavras de incentivo. Com os amigos pude recordar de fatos interessantes que tentaremos transformar na medida do possível em crônicas, pois alguns fatos mesmo tendo sido muito bom recordar, são impublicáveis.
Ao rever o amigo Roberto Carlos, irmão de “Colorau”, recordei um fato relacionado a pessoa dele, a qual passamos a narrar:
Isso foi no final dos anos oitenta, Roberto Carlos gostava de tomar umas cervejas na companhia do amigo Reginaldo Falcão, no Bar de Quiterinha. Depois saiam por outros bares, mas sempre começavam ali. Depois de terem tomados todas, acertaram com as portas da Casa São João, nossa mercearia que ficava atrás da Toca. Sentaram e decidiram que iriam tomar mais uma grade de cerveja. Até aí tudo bem. Acontece que faltando duas cervejas pra completar a grade Reginaldo com a desculpa de que ia mijar na Toca do Pato, sumiu. E haja Roberto Carlos esperar e nada. Então começou a dizer que o dinheiro pra pagar a conta estava com o nêgo fujão. Finalmente ele sozinho completou a grade. Duas horas se passou sem Reginaldo voltar aí Roberto Carlos pediu pra ir ao banheiro. Entrou, e nada de voltar. Fui ver, ele estava na cozinha no maior papo com minha mãe. Terminaria indo embora e só pagaram a grade de cerveja muitos dias depois.
Fabio Campos 21/07/2011 crônicas inéditas no fabiosoarescampos.blogspot.com
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