Nos últimos anos, como cidadão, independentemente de meu sacerdócio, tenho acompanhado os processos políticos, tentando entender o comportamento do povo e o que esse mesmo povo deseja em termos de futuro, para ele, para o Brasil.
Um dos processos mais intensos, por que não dizer, atípicos está sendo o desse ano de 2018.
Sabemos que, de modo bem generalizado, as pessoas tendem mais ao candidato do que ao seu projeto político. A defesa de cada lado político não está tanto nos projetos voltados para o bem comum, mas quase que exclusivamente no candidato, fazendo deste uma espécie de semideus.
No pleito em curso, depois de uma acirrada campanha, no primeiro turno, além dos candidatos a governador no estado onde o mais votado não alcançou 50% + 1 dos votos válidos, sobraram, pelo mesmo motivo, os dois, também mais votados para o cargo de presidente da república.
Percebe-se de que os "holofotes" estão mais direcionados para o cargo maior que é o de presidir a nação.
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Colunistas: ELEIÇÕES-2018: CAMINHANDO PARA UMA DEFINIÇÃO
CulturaPor Redação com Pe. José Neto de França 18/10/2018 - 18h 49min Arquivo Pessoal
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