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Literatura

Por João Neto Félix Mendes - www.apensocomgrifo.com

As nossas memórias desempenham um papel crucial na forma como nos conectamos com a sociedade e com aqueles que nos cercam, sejam amigos, familiares ou até mesmo conhecidos. Elas não são apenas registros de momentos passados, mas também a base sobre a qual construímos nossas identidades, compreendemos o mundo e nutrimos relacionamentos significativos.

São as lembranças compartilhadas com amigos que fortalecem amizades, os momentos vividos em família que consolidam os laços e as experiências que acumulamos ao longo da vida que nos ajudam a empatizar com os outros e a encontrar o nosso lugar no tecido social. Sem elas, perderíamos parte da essência que nos torna únicos e que nos conecta uns aos outros. Afinal, o que seria de nós sem as lembranças que nos guiam, ensinam e acolhem em tempos difíceis? Elas são um reflexo do que somos e elo entre o passado, o presente e o futuro.


Sem as minhas lembranças eu não poderia escrever esta crônica. Nem poderia descrever as minhas experiências e muito menos falar sobre um grande companheiro que, acometido por uma doença cruel, perdeu grande parte da sua história.

Narciso Pereira Alécio(1939-) chegou a Santana do Ipanema por influência do irmão Arthur Alécio, que se radicou na região e se tornou empresário bem sucedido. Naturais de Pindoba, distrito de Viçosa, aos poucos a família migrou do Vale do Paraíba para o sertão na década de 1950. Um foi trazendo o outro até quando se percebeu, boa parte da família havia se tornado sertaneja. Ganhamos todos porque, no final das contas, o sertão foi reforçado pelas atitudes e o trabalho de pessoas de bem que continuam engrandecendo a terra e contribuindo para o desenvolvimento local.

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