Colunistas: MÁRIO BALANCINHO - por Djalma Carvalho

Literatura

Por Redação com Djalma de Melo Carvalho

Na introdução do livro As Cem Melhores Crônicas Brasileiras (Editora Objetiva, 1ª edição, p. 15, 2007, Rio de Janeiro), o jornalista, escritor e organizador da antologia Joaquim Ferreira dos Santos disse: “A crônica brasileira tem uma cara própria, leve, bem-humorada, amorosa, com o pé na rua.”
Com esse “pé na rua”, certamente o especialista em crônica quis referir-se a fato do cotidiano, a episódio passageiro, a recortes do tempo, costumes sociais, matéria-prima com que trabalha, afinal, o cronista. Acrescente-se que o cronista é também memorialista, apegado a reminiscências, a relembranças.
Pois bem. Houve tempo em que o Banco do Brasil localizava os novos funcionários, aprovados em concurso público, em agência espalhadas pelo Brasil afora. Política salutar que fazia com que esses novos servidores conhecessem culturas, costumes e economias diferentes das de suas localidades de origem. Poderiam, desse modo, assimilar novos conhecimentos e experiências, deixando-os aptos para o exercício de funções de maior relevo no Banco, especialmente as de comando de agências em qualquer quadrante do território nacional, ou mesmo no exterior.
Bem assim eram direcionados, com os mesmos propósitos, os participantes de cursos intensivos promovidos pelo Departamento de Formação e Seleção do Pessoal do Banco. De repente estavam eles reunidos com funcionários procedentes de diversos estados da Federação, com sotaque e costumes diversos, trocando idéias em salas de aula.

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