Colunistas: CENTENÁRIO DE ATAULFO ALVES

Literatura

Por Redação com Antonio Machado

Só se conhece o passado quem registra o presente, quando se registram os fatos e feitos ocorridos em cada tempo se está perpetuando a história como guardiã dos fatos como elos vivos na corrente viva da história. No ponto artístico àqueles que são como os pirilampos, nas noites escuras sem lua, piscando no chamamento da companheira para o acasalamento na perpetuação da espécie, em comparação homônima e fraca, entendo também, que além dos jogos de luzes emitidos em cores fosforescente que encantam, são também os astros pedindo para não serem esquecidos pela mídia do presente, mas esses cuidados estão se apagando aos poucos como as escassez dos responsáveis por essas luzes como a dos pirilampos, porque a preservação dos valores estão se diluindo do campo luminoso da história como rainha, para darem lugar a “astrengos” feitos com dinheiro e a beleza.

O ano de 2019, está fazendo 100 anos de nascimento de um grande astro e estrela de primeira grandeza da música popular brasileira, nascido Ataulfo Alves de Souza, artisticamente, Ataulfo Alves, aos 02 de maio de 1909, filho do casal Severino Alves de Souza e Matilde Alves de Souza, seu pai, Severino, tocava e cantava com desenvoltura, porém, teve uma vida efêmera, vindo-lhe tolher uma vida em ascendência, entretanto deixou um legado especial, o dom da música que o filho Ataulfo herdou com desvelo e confiança. Em vista de possuir facilidades tendenciosas para o mundo artístico, com sua voz anasalada ia gradativamente conquistando seus espaços, todavia coube ao compositor Alcebíades Barcelos o descobridor de Ataulfo Alves que nesse interim conheceu Carmem Miranda, que ao ouvi-lo gravou em 1934 a música Tempo perdido de Ataulfo, e que foi sua primeira música, mas só com Saudades de meu barracão de Ataulfo gravado por Floriano Belham e o Bando da lua que despontou com relevante sucesso na época.

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