Diz-se, inicialmente, que cone é um artefato, geralmente de plástico rígido, provido de tubo vazio, afunilado a partir da base, medindo aproximadamente 70 a 80 cm de altura, sempre pintado de vermelho e com listras brancas horizontais. Objeto utilizado como sinal de advertência em vias urbanas, em obras de construção, etc. e em rodovias, como marco indicativo de certa norma de trânsito.
O taxista que vez por outra me leva a restaurantes e a eventos diversos, poupando-me de ocorrências previstas na Lei Seca, contou-me esta estranha história do cone que andava de um lado para o outro, dançando no asfalto, numa blitz policial, à vista de curiosos motoristas.
Pensei tratar-se de ilusionismo, de mágica, mas não era.
Em aula, há algum tempo, lembrava-me o instrutor de trânsito o cuidado que deve ter o condutor de veículo ao avistar cones em quaisquer vias públicas ou rodovias. Esses objetos comumente indicam advertência, perigo, ocorrência de acidente e, no mínimo, blitz policial. Pode também acontecer que se trate de falsa blitz, comandada por bandidos. “Muito cuidado, então”, observava o instrutor.
Costumo viajar, dirigindo, com destino a cidades próximas de Maceió, indo também a Santana do Ipanema, Caruaru, Gravatá, Garanhuns, Aracaju e Recife. Em viagens para eventos do Lions Clube nessas cidades, juntava-me a companheiros de clube em grupo de vários automóveis. Viagens, com certeza, divertidas, com paradas aqui e acolá, sem pressa de chegar. O que mais valia nessas excursões era a boa amizade, era o sadio companheirismo.
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Colunistas: O CONE ANDAVA E DANÇAVA por Djalma Carvalho
CulturaPor Redação com Djalma de Melo Carvalho 28/12/2018 - 10h 21min Arquivo Pessoal
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