Obra é um monumento iconográfico aos 230 anos de existência de Santana do Ipanema, através de edifícios, lugares e situações
Foi lançada na noite do último sábado (17), no salão social da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) em Santana do Ipanema, a mais nova obra do professor, escritor e historiador Clerisvaldo B. Chagas. “230” é um livro composto por 230 fotografias, antigas e modernas, que marcam a história da cidade.Em 151 páginas, tamanho A4, Clerisvaldo faz uma homenagem aos 230 anos de fundação de Santana do Ipanema. O livro traz um resgate histórico de edifícios, situações e lugares. Algumas imagens são do acervo do próprio autor, outras são históricas e de domínio público.
Na mesa de honra do evento estiveram presentes o anfitrião Clerisvaldo B. Chagas e sua esposa Irene Chagas; os escritores Marcello Fausto e Fábio Campos; a Secretária Municipal de Assistência Social Vera Araújo, no ato representando o prefeito Isnaldo Bulhões; a professora Gilcélia Gomes, Diretora de Cultura do Município, e o bancário Tácio Emanuel Rodrigues Maciel, presidente da AABB.
Os professores Marcello e Fábio, parceiros de caminhada literária do autor, foram os responsáveis pela apresentação da obra. "Esta obra iconográfica é um presente para todos que pesquisam, estudam e são aficionados pela história de Santana do Ipanema. Além do zelo demonstrado pelo professor Clerisvaldo, reunindo, além de farto material entre fotografias, muitas delas pertencentes ao seu próprio acervo, é resultado de sua ousadia em buscar as raízes da história da cidade”, destacou Marcello.
Clerisvaldo B. Chagas, antes do seu discurso, prestou uma homenagem especial ao saudoso Ferreirinha, declamando um poema em martelo a galopado de sua autoria e que seria cantado pelo repentista naquela oportunidade. Em seu pronunciamento final, o autor fez um resgate histórico e agradeceu a todos os que colaboraram para a realização do livro, principalmente aqueles que fazem parte do “ciclo dos cem”, denominamos por ele de guardiões da cultura santanense.
O ciclo dos cem foi um movimento criado por Clerisvaldo para tornar possível o lançamento da obra. Cem pessoas, de diversos segmentos da sociedade, demonstraram prévio interesse pela compra, reservando os seus exemplares e permitindo que a obra pudesse ser impressa e entregue à sociedade santanense.
Além da mesa de honra, os pronunciamentos foram abertos ao público. Alunos, professores e escritores, a exemplo do presidente da Academia Santanense de Letras, Ciências e Artes José Malta, parabenizaram e agradeceram ao autor pelo trabalho desenvolvido.
A solenidade contou ainda com a participação do cantor Manoel Messias, ao lado do músico Fernando (violão), que entre um pronunciamento e outro interpretou peças musicais imortalizadas pelo saudoso Luiz Gonzaga.
Logo após as falas, Clerisvaldo B. Chagas recebeu os convidados para o tradicional momento de autógrafos.
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