Recebi ontem, via redes sociais, mais precisamente o watsapp. Mensagem da amiga Elbanete Moreira professora da língua portuguesa, uma bela crônica do Luís Fernando Veríssimo. Em excepcional bom humor, uma característica sua. Disserta sobre as excentricidades da atualidade no nosso país.
E diz: “Eu tomo um remédio pra controlar a pressão.(...) Controlar a pressão é mole. Quero ver é controlar o ‘preção’. (...) O médico mandou cortar o sal. Comecei cortando o médico. Já que a consulta era salgada demais. (...) acho que tô ficando meio esquizofrênico. Sério! Não sei mas o que é real.(...) quando abro a carteira ou pego extrato no banco não tem mais um Real. (...) Comecei a esquecer as coisas: Sabe aquele carro? Esquece! Aquela viagem? Esquece! Tudo o que o presidente prometeu? Esquece!(...) Bem, e o que dizer do carioca? Já não liga pra bala perdida...Entra num ouvido e sai pelo outro. Faz diferença...A diferença entre o Brasil e a República Checa É que a República Checa tem o governo em Praga e o Brasil tem essa praga no governo. Não tem nada pior do que ser hipocondríaco em um país que não tem remédio. Fonte: watsapp
A crônica inteira está pontilhada de Figuras de Linguagem. Em especial aparecem ali: A Ironia: utilização de termos que manifestam o sentido oposto ao seu significado. O Paradoxo: refere-se a algo contrário ao que se pensa; a Antítese: usa-se termos de sentido contrário ao que se propõe declarar; também a Metáfora. Fonte: Google.com.br
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Colunistas: O dito pelo não dito - por Fábio Campos
CulturaPor Fábio Campos 23/10/2017 - 00h 48min Imagem Ilustrativa
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