No enredo do samba, lá se vai o folião...
Um quase que quase de consciência,
Mas sem perder a cadência
Anda sobre os trilhos que cortam a avenida;
A melodia e a cachaça, ainda conseguem
Detê-lo na terra da imaginação...
Que fantasia carrega?
Quanta poesia tem para rezar?
O molejo do corpo, diz que está de bem com a vida.
O brilho no olhar, diz estar em despedida...
A tristeza no coração traduz a confissão.
E segue malemolengo, com trejeitos e caricaturas...
No corredor infinito
Ainda resta-lhe o último gole...
Ainda resta-lhe a despedida na canção:
“Quanto riso, ô quanta alegria...”
Eduardo Proffa
Poeta
Professor de Educação Física
O FOLIÃO
PoemasPor Eduardo Proffa 22/02/2012 - 14h 10min
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