O menino da Av.Martins Vieira,
Vizinho á casa de D. Eulina.
Como sua fiel companheira.
Um casal gente fina,
Partiu em direção ao infinito,
Numa viagem ao desconhecido.
Deixando todos nos aflitos,
E muito entristecidos.
O menino filho de rico,
Mas parecia filho de pobre.
E sem deixar de ser nobre
Sempre desceu do Pico
Para fraternalmente abraçar,
Em uma grande confraternização,
Sem ninguém discriminar,
Seus amigos, colegas e irmãos.
O menino grande folião.
Que tinha no bloco Brasilgás,
Uma grande paixão.
Este ano não vai sair mais.
O menino apaixonado por sua aldeia,
Como profissional de boa formação
Não quis se estabelecer em terra alheia,
Preferiu a singeleza do seu torrão.
Presidente Prudente, 18 de fevereiro de 2012.
João do Mato – Bode Veio, como você preferia.
MENINO DA ALDEIA
PoemasJoão Francisco das Chagas Neto 19/02/2012 - 19h 08min
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