O bloco entrava pela rua
Arrastando a multidão
O povo branco de Maizena
E a seringa em cada mão
Naquele tempo não tinha corda
Nem havia confusão
O mela-mela era animado
Que saudade da canção:
“Pai poico da uruba,linda fera, cabeção,
Cabeça de bague chope, linda fera, bundião...”
O frevo dava o compasso
E o passo a alegria
Tinha banho de mangueira
Em cada casa, uma cortesia
Alaúça puxava o côro
Não havia solidão
Pros amigos o abraço
Pras meninas o coração.
Eduardo Proffa
Poeta
Professor de Educação Física
(82) 8807-5064
NO TEMPO DE MAIZENA E SERINGAS
ContosPor Eduardo Proffa 12/02/2012 - 11h 52min
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