Festa Á Sombra do Umbuzeiro.

Poemas

João Francisco das Chagas Neto

Hoje á noite em Santana
Vai virar um “rebuliço”
Será muito bacana
Falará até do filho de Corisco.
E num Momento Cultural.
Haverá uma peça teatral.

Goretti exporá quadros de sua autoria,
Contos, Livros e poesias
Com muita propriedade,
Maestria e genialidade.
Discorrerá sobre o conto Agosto,
E a platéia ficará com lágrimas no rosto


O cancioneiro chefe, o Transgênico
Com o sorriso de menino
E o talento de um gênio
Cantará o que tem de mais fino,
Entre lágrimas e flores
Santana dos Meus Amores.

Marcello André cairá no estrelato
Vejo com muita clareza
Pelo desenrolar dos fatos
Quando declamar o Poema,
Falando sobre ás correntezas
Do Rio Ipanema.

E veja como é o destino
Quem também estará por lá,
É nosso amigo Capiá,
Que com propriedade e tino,
Irá nos apresentar,
As Alpargatas de Seu Firmino.

João Neto de Liou
Depois muita insistência
Apresentou com louvor
E com muita paciência
No momento cultural,
“Quatro Mortes e Nenhum Funeral”.

“Depende de Mim”
Falou Tamanquinho
Do começo ao fim
Mostrando o caminho,
A vida é assim,
Não precisa ser adivinho!


E como ninguém é perfeito
No conto “O Defeito”
Neném Malta relata com ovação
Como um noivo entrou numa fria,
Quando João Farias
Concluiu a oração.

Zé Arnaldo não acreditou
Quando Mário Jorge quebrou
Assim de supetão
O coitado do Violão.
Foi o maior fuzuê
Na história contada por Pinguelê.

E para falar à verdade
O Cão do Segundo Livro
Sairá do seu abrigo
Da maravilhosa cidade,
E vem defender seu artigo
“Espelhos das Vaidades”


E como num passe de mágica,
Numa transmissão bem sucedida
O Comendador Malta captou
“Na Parabólica da Vida”
“Calabar: Herói ou Traidor,”
Um texto de vulto,
Escrito por Manoel Augusto.


Selma relatou o drama do menino
Na porta da loja JT De Aquino,
Numa tarde de um dia qualquer.
Fábio Campos nem se quer,
Notou que era sua mochila de pão
À causa da “CONFUSÃO”


Professor Mozart
Também escreveu lá.
Para que os mortais como nós
Soubesse o que tem na foz,
Onde desemboca “Nossas Águas”
Além do canto dos Biguás.


Nosso amigo ZENETO de Darras
Contou que depois de uma farra,
Mindinho disse; “comigo ninguém impliicaa.”...
Pegou um ônibus para Marechal Deodoro
E chegou a Major Isidoro.
Coisas que só a “Marvada” explica.

Luiz Euclides dos Santos,
Descreveu com encanto
“O Lugar mais Seguro da Cidade,
Que para felicidade,
Do tal Manoel Lagartixa,
Servia de refúgio para escapar das lixas.


Em “A Jaca é dura Paulo Fernando”?
Sérgio Campos relatou
Como se entra numa fria
Um amigo deu uma de malandro,
E alguém o delatou
Ao dono da mercadoria.

E o “Anjo Impiedoso”
Foi desgarrado do “Tempo”
No momento doloroso,
Fustigado pelo vento,
Bateu em Maceió de mau humor
E Lúcia Azevedo o transformou.

E a “História da Vida”
Do nosso livro do Mural,
Começa com grande astral,
Quando Maria Cilena dá partida,
Nessa corrida literária
De forma voluntária.


E de uma família ordeira,
O primo de Joninhas, Djalma Oliveira,
Filho de Dona Margarida,
Escreveu “As Três Fazendas da Minha Vida”.
Com muita alma e emoção
Num momento de inspiração.

E o filho de Seu Zeca, Edgar Farias,
Há muito já dizia,
Em “Pobres Meninos Ricos”
Que apesar dos micos,
Eram felizes como viviam,
Mas ninguém sabia.

Em “O Barato Sai Caro”
Júlio César deixa bem claro,
Quando não se segue á cartilha,
Diante do ocorrido no baile da Maravilha,
Quando Gervásio fez o que não devia,
E acabou entrando numa fria.

“Na Corrente de Ernande”
Cláudio Campos relata o que o Prof. Diz:
Você compra alguns livros
E lê prá mais de mil.
Vai passando adiante,
E todo mundo fica feliz.

E foi para relatar um ato falho,
Que Aderval Carvalho
Escreveu a trilogia:
“Trabalho, Cachaça e Caju.
Ademir e Germano fazendo estripulia
E ficaram bêbados que só um Timbu.

Em resposta a Remi,
O outro Carvalho, Ademir,
Escreveu que no Capitólio Drinks,
Alguém arranjou uma “Noiva” nos trinks
Só que era um travesti
E chamava Pitu de Piti.

“Escola de Música”seria um grande atalho,
Para surgimento, segundo Djalma Carvalho,
De outros Miguel Bulhões e Joel Tavares.
Talvez, se tivéssemos continuado,
Quem sabe?! Teríamos milhares
De outros Maestros Ricardo.

“Lata D'Água e o Meu Fusca”
Foi uma decisão brusca.
Para adquirir o primeiro carro,
Além de pagar caro,
Numa caçamba bateu,
Vejam onde Gilson Bode se meteu.


“Aí o Zé Arriou ás Calças”
Isso é coisa que se faça.
Num picadeiro de circo,
Zé Carvalho pagando mico,
Diante da multidão.
Foi o que relatou João Neto Bofão.

Com “Merda na Sobrancelha”
Porque não seguia conselho,
À noite depois da aula
Começa á perdição,
Enfiava-se no baralho.
Contou-nos Zé Carvalho,
Sobre João Neto Bofão.

Quebra Coco, Julho de 2006...

João do Mato

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