LÁ VAMOS NÓS, DE NOVO...

Literatura

Fábio Soares Campos

Dentre as Copas do Mundo de futebol que já vivi, acredito que a deste ano, seja a mais apática, em termos de animosidade, desde que me entendo por gente. Como torcedor em Copa, comecei em 1970. Ocorrida de 31 de maio a 21 de junho daquele ano. País sede: México.

Apenas 10 anos de idade, tinha eu. Porém, assim como todo brasileiro daquela época, lembra de cor, a escalação da Seleção Canarinho: Goleiro: Félix; laterais: Carlos Alberto; Everaldo; zagueiros: Brito e Piazza; volantes: Clodoaldo e Gérson; atacantes: Jairzinho, Tostão, Pelé e Rivellino. Até do banco de reservas: Joel, Edu, Fontana, Paulo Cezar, Ado, Everaldo, Baldochi, Zé Maria, Roberto, Marco Antônio, e o goleiro Leão. O técnico, pra nosso orgulho, o alagoano: Mário Lobo Zagallo. E o emblemático massagista: Mário Américo.

Curiosidades do mundo jornalístico da copa de 70, que jamais esqueceremos: O último jogo, no estádio Azteca, entre: Brasil e Itália, o Brasil sagrou-se tricampeão, vencendo de 4 X 1. Os gols marcados por: Pelé, Jairzinho, Gérson e Carlos Alberto; a seleção italiana teria reservado um lugar de honra no avião, pra levar a taça Jules Rimet; Foi a primeira copa transmitida via satélite; O Brasil venceu todos os seis jogos que disputou, marcando 19 gols, e sofrendo apenas 7.

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