Há alguns dias, recebi do conterrâneo João Francisco das Chagas Neto o longo poema intitulado Videiras, valioso presente que me despertou maior interesse por se tratar de vinho, sua cultura e sua história. O querido confrade João do Mato ocupa a Cadeira nº 26 da Academia Santanense de Letras, Ciências e Artes.
De fato, sou de muitos anos apreciador de vinho – certamente o tinto seco de mesa –, depois que meu médico me sugeriu que evitasse a deliciosa cerveja, bebida que me vinha causando, de vez em quando, crises alérgicas, além da crescente dilatação da minha pança.
O poema de exaltação ao vinho chegou-me sem nome conhecido do poeta-historiador, composto de 12 estrofes, cada uma com 10 versos. Poema que conta a história do vinho, sua origem, vinícolas e videiras do mundo onde se cultivam uvas e onde se produz a chamada bebida dos deuses ou o néctar dos deuses.
De início, escreveu o poeta: “Aprendi o nome das uvas/ Cada lenda, cada história/ Guardei na memória/ Pra conversar bonito/ Pra passar por erudito/ Por um bom entendedor/ Eu sou bom bebedor/ Gosto de uma boa bebida/ Com uma boa comida/ Harmonizando o sabor.
Especialista em vinho, Tatiana Fraga pontificou: “O vinho historicamente faz parte de todos os ritos e festas, das sacras às profanas.”
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Colunistas: NÉCTAR DOS DEUSES
LiteraturaPor Djalma de Melo Carvalho 10/09/2021 - 20h 17min https://superfestval.com.br/revista-menu-festval/indicacoes-de-vinhos/
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