Colunistas: ÚLTIMAS CIGARRAS DE OLEGÁRIO MARIANO - por Antonio Machado

Literatura

Por Redação com Antonio Machado

Existem pessoas que nascem predestinadas a grandes e valorosos empreendimentos, em todas as nuances da vida humana, sobressaindo-se bem em todas elas, visto o trabalho revelar sempre seus autores. No campo literário, destacam-se verdadeiros literatos e literatas, que dada a sua verve de fazer, escrevem as mais belas páginas literárias que encantam, mormente, quando enfeixadas em livros.

O nordeste tem sido celeiro de grandes poetas e prosadores, que tem deveras, assinalados, a história literária do Brasil, dentre tantos, registram-se Silvio Romero, Graciliano Ramos, Medeiros Netto, Bezerra e Silva, Valdemar de Sousa Lima, Divaldo Suruagy, Zé Condé, Dra. Elizete Lira, Rosinha Pereira do Carmo, Guiomar Alcides de Castro, Dr. Douglas Apratto, Cora Coralina, Dr. Tobias Medeiros, e por que não destacar Olegário Mariano Carneiro da Cunha? Ah!, sim, é deste que me ocupo doravante, simplesmente Olegário Mariano, que nasceu no Recife aos 24 de março de 1889 vindo a falecer aos 28 de novembro de 1958, sendo filho do casal José Carneiro da Cunha e Olegária da Costa Gama, pois, o poeta Olegário Mariano foi homem ilustre para seu tempo visto possuir uma inteligência privilegiada, tendo sido deputado, ministro, conferencista, embaixador do Brasil em Portugal além de outras atividades de real destaque, revelando sempre excelente qualidade de homem público, possuidor de grande vocação poética, foi eleito pela revista FOM-FOM, Príncipe dos poetas brasileiros em 1938, após à morte do titular Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac.

Clique Aqui e veja a crônica completa

Comentários