Operação prende capitão PM por apologia ao crime

Polícia

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Rocha Lima é sub-comandante do 2º Batalhão e foi preso em casa na Barra Nova

Uma operação conjunta que envolveu policiais civis, militares e integrantes do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gcoc), do Ministério Público, prendeu, na madrugada de hoje, o capital da Polícia Militar, Rocha Lima, que ocupava o posto de sub-comandante do 2º Batalhão da PM o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Tigre prenderam, na madrugada deste sábado (12) o sub-comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, situado na cidade de União dos Palmares.

As primeiras informações dão conta que a prisão do militar foi decretada pelo crime de apologia ao crime. O oficial foi preso em sua residência, localizada no povoado Barra Nova, em Marechal Deodoro, por homens do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da PM, e do Tático Integrado Grupamento de Resgates Especiais (Tigre), da Polícia Civil.

A operação foi comandada pelo coordenador do Gcoc, promotor Alfredo Gaspar de Mendonça. Não houve reação por parte de Rocha Lima, que já foi encaminhado para a Academia da Polícia Militar, no bairro do Trapiche da Barra.

O oficial deverá ser interrogado ainda hoje por promotores do Gcoc. No entanto, ele já teria adiantado que as denúncias seriam fantasiosas.

Ontem, outros quatro militares do batalhão de União dos Palmares tiveram a prisão solicitada à Justiça pelo Ministério Público. Militão Sapucaia da Silva Junior, José Teixeira de Siqueira, Marco Antônio Francisco Silva e Hemerson Gouveia Modesto de Alves teriam torturado e matado o pedreiro Antônio dos Santos, 48, na última segunda-feira.

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