“E nada demais é aqui
A gente senta e Pede uma cerveja
Um drink, ou um vinho, depende.
O ambiente, de fato, me prende.
Me cativa e atrai.
Não sei se porque a alma
Desta Casa em ares como a minha.
Boêmia, vasta, simples.
Rustica, rural, caipira
Tem também um culto útil.
Aos monstros sagrados
Da música, e isso é bom
Sofisticação singela. Pueril, simples.
E esse é definitivamente, o charme.
Na Casa da Sogra o amor emana
Em simbiose com a cachaça, o ira, a canção
E só descansa quando Santana dorme.
E repousa em paz nosso sertão”
Olivença – Janeiro de 2011
Este texto faz parte do cardápio do Restaurante Casa da Sogra em Santana do Ipanema. A prova da veia poética do amigo Jeno Oliveira.
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