Imagine um lugar de tranquilidade, paz interior, e que interior! Local onde nós, mesmo não tendo consciência do outro e do que quer que seja; até de nós mesmos, tudo fazemos institivamente – instinto de sobrevivência que todo ser vivente traz dentro de si ao ser gerado. Nós éramos assim enquanto estávamos no útero de nossa mãe.
Num certo dia, algo aconteceu! Aquela que nos gerou não nos rejeitou, mas o ambiente que nos acolheu por mais ou menos nove meses, que a ela pertencia, seu útero, mudou radicalmente. Se ele nos supria de tudo que nós precisávamos para viver/sobreviver – alimento, líquido, oxigênio etc. – agora suspendeu tudo. Foi desesperador. Nós teríamos que, ainda inconsciente, respirar por nós mesmos lutar pela sobrevivência. Logicamente que alguém iria nos ajudar, tanto a sair dali, como a colaborar de outras formas a nos manter na linha do tempo até podermos da conta de nós mesmos.
Esse foi nosso primeiro desafio. Foi doloroso para quem nos gerou e para nós que tivemos que nascer. E nós nascemos, vencemos!
Nosso cordão umbilical material foi cortado. Foi por ele que nossa mãe nos alimentou, nos supriu de tudo que foi necessário para que nós nascêssemos saudáveis.
Clique Aqui e veja o texto completo
Colunistas: MÃE E FILHOS/AS: RUPTURAS EXISTENCIAIS, VÍNCULO SOBRENATURAL
LiteraturaPor Pe. José Neto de França 28/09/2022 - 18h 32min Acervo do autor
Comentários