Desde o princípio, quando da aparição do ser humano sobre a Terra, observamos atentamente o mundo em que estamos inseridos, esforçando-nos para compreender o princípio de todas as coisas, com ênfase sobre a origem do universo observável, tudo aquilo que está ao alcance de nossas vistas e sentidos em geral, seja com ou sem a utilização de instrumentos e recursos apropriados.
O firmamento, as estrelas, a Lua, o Sol, campos e florestas, as águas em suas diversas concentrações, sejam os mares e oceanos, rios e lagos, nuvens e o fenômeno da chuva, o fogo, as rochas, a imensa variedade de animais e vegetais, tudo isso sempre inquietou a alma humana, despertando em cada um de nós, com variado grau de interesse, o desejo de conhecer o começo e o fim da extensão do Universo, a origem e o destino da humanidade. Como se processam os nossos pensamentos? O que são em suas essências e como se formam os sentimentos e afetividades que geram em nós as emoções e até descontroladas paixões? Quem somos? De onde viemos? Por que estamos aqui? O que queremos deste mundo? Para onde vamos?
O sentimento da existência de Deus é universal. Em toda a face da Terra, desde tempos remotos, o ser humano professa a crença num criador de todas as coisas. As definições sobre quem ou o que venha a ser Deus variam conforme a época, o lugar, o governo, a ideologia dominante, entre outros fatores, porém os diversos conceitos e pareceres sobre a existência de Deus expressam em comum a crença de que se trata de um regente universal, justo, perfeito, infinito, eterno, onipresente, onisciente e onipotente.
O ateu, o crente e o fanático
Há quem acredite que Deus, um ser tido como supremo, infinito, eterno, dotado dos atributos da onisciência, onipotência e onipresença, uma entidade que expressaria o amor em estado puro e viria a ser o legislador da Perfeita Justiça, seria fruto da fértil imaginação do ser humano. Para esses, a imagem e supostos predicados divinos não passam de elementos de ficção teológica, criados com o propósito de explicar o inexplicável, ou transmitir certa noção sobre aquilo que ainda não compreendemos. Esses são os que professam o ateísmo. O ateu acredita que as chamadas leis divinas foram criadas por nós e “promulgadas” pelas religiões, a fim de exercerem controle social, refreando as más inclinações humanas.
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Artigo: Para quem precisa de provas da existência de Deus
LiteraturaPor Fernando Soares Campos (*) 29/12/2021 - 21h 13min Arte do Autor
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