Era uma vez um grande e belo trapiazeiro de flores amarelas que sombreavam com carinho a bela casa das lagoas. Trapiazeiro que parodiava o sol e encandeava a lua com sua beleza. Que maravilha poder ficar ali saboreando minha família. Meu avô, minha avó, minhas tias, meus tios, minhas primas e meus primos brincavam de ler. Cada um era leitor e também ouvinte, pois, todos participavam da brincadeira.
Ali, naquela sombra tranquila, curtíamos belos momentos de felicidade. E parece que adivinhávamos que tudo aquilo não era para sempre. Ou melhor, nem pensávamos isso. Tudo se vivia de maneira natural e o tempo era tão pouco, pois só acontecia nos domingos. Morávamos cada um em seu lugar e só nos encontrávamos nesse dia. Nossos avós sabiam que domingo era o dia da visita de todos. Vindos de Santana do Ipanema, do Batatal, do Alto Bonito, do Olho D’água do Amaro. Com a alegria do reencontro seríamos recebidos com carinho por nossos avós.
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Literatura: TRAPIAZEIRO
LiteraturaPor Lúcia Nobre 11/10/2021 - 07h 05min https://www.historiadeboaviagem.com.br/trapia/
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