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Poesias
21/07/2017
A ESPERANÇA DO NORDESTINO
Por Bia Santos (*)


Imagem escolhida pela autora
Olhando para o céu eu me perguntava quando seria que Deus abençoaria o meu sertão.
Triste eu muito ficava ao ver meu avô Luiz com uma tamanha decepção, porque trabalhava na roça e não tinha o prazer de colher a sua plantação.

Olhando para o céu eu me perguntava quando seria que Deus abençoaria o meu sertão.
A angústia de pensar em sertanejos que dependiam da água para fazer nascer o seu alimento de cada dia, doía o meu coração.

Olhando para o céu eu me perguntava quando seria que Deus abençoaria o meu sertão. Ao ver pessoas desesperadas atrás de água para fazer um cafezinho chamava muito a minha atenção, por que a partir daí eu pude ver como era grande a seca no meu sertão.

Olhando para o céu hoje eu tenho somente a agradecer. Pois Deus se compadeceu dos nordestinos e por isso começou a chover para a fome afogar e para no coração do sertanejo trabalhador fazer a esperança nascer.

(*) Beatriz Santos Trindade – Bia Santos
É universitária do curso de Pedagogia da UNEAL Campus II – Santana do Ipanema
 
 
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