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Paiva Netto
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02/01/2018
Dia da Liberdade de Cultos
 
Paiva Netto

Sete de janeiro marca o Dia da Liberdade de Cultos. O ilustre escritor Jorge Amado (1912-2001), então deputado federal, apresentou um projeto de lei à Assembleia Constituinte de 1946 que aprovou essa meritória data comemorativa.

Naturalmente, para fazer cumprir-se uma lei, que visa coibir hostilidades milenares, torna-se indispensável um esforço conjunto. A Legião da Boa Vontade, desde que surgiu com Alziro Zarur (1914-1979), no programa Hora da Boa Vontade, em 1949, vem pautando seus propósitos em prol do direito de cada um expressar sua fé e do entendimento de todos pelo bem comum. Uma de suas primeiras iniciativas foi a Cruzada de Religiões Irmanadas, abrindo assim o inter-relacionamento religioso no país, cuja reunião inaugural ocorreu no Salão do Conselho da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), na capital fluminense, em 7 de janeiro de 1950, após sucessivas reuniões preparatórias realizadas no mesmo local, nos meses de outubro, novembro e dezembro de 1949, na sala da diretoria da prestigiada Associação.

Diversidade religiosa e direitos humanos
No ano de 2013, a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, publicou a cartilha Diversidade religiosa e direitos humanos, conscientizando o povo da necessidade de respeito entre os diferentes credos. Nela constam também citações de líderes religiosos e defensores dos direitos humanos que exaltam ideais fraternos e solidários. Oportunamente, agradeço o destaque a este pequeno trecho do meu artigo “Religião não rima com intolerância”:

Compreendo Religião como Fraternidade, Solidariedade, Entendimento, Compaixão, Generosidade, Respeito à Vida Humana, Salvação das Almas, Iluminação do Espírito, que todos somos. Tudo isso no sentido mais elevado. Creio na Religião como algo dinâmico, vivo, pragmático, altruisticamente realizador, que abre caminhos de luz nas Almas e que, por essa razão, deve estar na vanguarda ética. Não a vejo como coisa abúlica, nefelibata, afastada do cotidiano de luta pela sobrevivência que sufoca as massas. Não a entenderia, se não atuasse também, de modo sensato, na transformação das realidades tristes que ainda atormentam os povos.

Quatro Pilares do Ecumenismo
Ainda no campo da boa coexistência entre as criaturas, ao desenvolver a concepção que temos sobre duas terminologias criadas por Zarur — Ecumenismo Irrestrito e Ecumenismo Total, podemos agora, indo adiante, destacar:

O Ecumenismo Irrestrito prega o perfeito relacionamento entre todas as criaturas da Terra. Trata-se de um caminho aberto à Paz, pois deplora a intolerância e afirma que ela não precisa rimar com religião. O Ecumenismo Total preconiza a consciente e fraterna aliança da Humanidade da Terra com a do Mundo Espiritual Superior. Afinal de contas, os mortos verdadeiramente não morrem. Eles são, agora, o que seremos amanhã. O célebre evangelista norte-americano Billy Graham escreveu: “A morte não é o fim, mas o começo de uma nova dimensão de vida — a vida eterna. (...) Pela Sua ressurreição de entre os mortos, Jesus demonstrou — sem qualquer sombra de dúvida — que existe vida após a morte”. Deve-se contar também, por puro raciocínio, qualquer civilização que possa haver no Espaço. Por que não?! Todo o Universo está aí para que apenas o fiquemos (à exceção dos astrônomos, pensadores e poetas) ociosamente apreciando?! E olhe lá, quando nos lembramos de erguer os olhos para ele... Seria pretensão de nossa parte admitir a impossibilidade da existência de outras formas de vida no Cosmos. Outro ponto: nem tudo (ou todos) que lá por fora exista tem por obrigação parecer conosco. Quando o ser humano isso compreender, estará mais apto a vivenciar os outros dois pilares: Ecumenismo dos Corações e Ecumenismo Divino.

Voltaremos ao assunto.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com


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