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Manoel Augusto
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09/05/2006
O calvário do cidadão nos corredores do Serviço Público
 
Deve haver exceções, e com certeza são honrosas, pelo menos é o que diz o velho adágio: “em toda regra há exceção”!!!
Talvez na própria regra da exceção, haja também exceção, é como dizer: o avesso do avesso do avesso, ou não... não é Caetano?
Mas, enfim, sou um servidor público federal, que já não “serve mais”... estou aposentado. Passei pelos três níveis de governo – federal, estadual e municipal, assumi cargos de mando e de mandado. Fui assessor, gerente, coordenador, supervisor, chefe de departamento, diretor de escola, professor, chefe de assessoria, secretário, presidente de autarquia, simplesmente servidor, delegado e até conselheiro. Hoje, não aconselho mais nada, estou a depender da sabedoria e das decisões dos que estão na ativa. Apenas um cidadão dependente dos humores, das vontades e, em muitos casos, da irresponsabilidade daqueles que têm a responsabilidade de nos servir.
Enquanto você está em sua casa, no seu confortável e acostumado recanto, tudo bem, levanta a hora que quer, vai à praia, faz uma caminhada, sua um pouco, volta, toma seu café, lê os jornais do dia, consulta o computador, navega pela Internet ou simplesmente vai ao comércio fazer alguma compra. De repente, chega o meio dia, é hora da resenha esportiva, do jornal da tv e, finalmente, do almoço. Depois, descansa, que ninguém é de ferro, quando acorda, já é hora de dar outra caminhada na praia e botar conversa fora com os amigos, companheiros etários, não confundir com otários... logo chega a noite, jantar, jornal, novela e, finalmente, dormir, para começar tudo de novo no dia seguinte.
Um belo dia você tem necessidade dos serviços públicos, daqueles por onde você um dia prestou seus serviços e se orgulhava de estar servindo ao povo brasileiro, servindo ao Brasil. Aí começa seu calvário. Pra início de conversa, não te dão atenção, é preciso que você insista e não raro quando te atendem dizem: “Ah, não é aqui, é naquele setor.”
Daquele setor pra onde você foi mandado, já te mandam pra outro, por fim dizem: “o doutor não vem hoje, venha outro dia. Quando? Ah, não sei informar!” Normalmente elas não sabem informar nada. Você então apela: me forneça o número do seu celular. “Ah, não tenho ou não estou autorizada a fornecer.” Mas é um assunto sério e urgente, se for de saúde pública, só ficando na fila, dizem: “Venha de madrugada para conseguir uma ficha. Quando se consegue a ficha, que felizardo! Venha no dia tal a tantas horas. De amanhã? Não, daqui a 3 meses. Mas até lá já morreu o burro e quem o tange !... Não posso fazer nada, diz a atendente, recepcionista ou, quem sabe, a decepcionista! Pois é, não é sem razão que os nossos índices de morbidade e mortalidade são tão altos, em todas as faixas etárias. Se é na educação, onde os governos deitam e rolam com as suas propagandas de universalização do ensino, ah meu Deus, quanta enganação!Vejam só quantas crianças perambulam nas ruas, pedindo esmola, cheirando cola, atrapalhando o trânsito ou roubando. Mães que dormem seguidamente nas filas das escolas públicas para conseguir matricular seu filho, nem sempre conseguindo. A escola, por outro lado, quase sempre de baixa qualidade, desqualificada , despreparada e sem segurança. São freqüentes os estouros de bombas nos sanitários, roubos de equipamentos, tráfico de drogas, alunos armados ameaçando colegas, professores e até a direção da escola deixando os pais dos alunos apavorados. Mas a propaganda governamental não cessa, insistindo em nos vender a ilusão de que tudo está mudando e em paz...

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