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Manoel Augusto
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12/03/2007
PRÇAS PÚBLICAS,PATRIMÔNIO DO POVO?
 
Praças públicas, patrimônio do povo?
Manoel Augusto de Azevedo


Gostaria de usar este espaço para agradecer, agradecer e agradecer, a Senhora Santana e aos santanenses de todos os poderes terrenos, pelas boas obras e pela realização de tantos sonhos santanenses, a maioria, tenho certeza, almejam apenas viver com dignidade humana, dignidade cristã e dignidade cidadã. Será que é exagero??? Na verdade, neste justo momento temos motivos para agradecer a Senhora Santana pelas chuvas que caem nos sertões alagoanos há mais de 15 dias. É uma riqueza! Chego a pensar que somente quem é sertanejo sabe o quanto significam estas chuvas.
Diria Antonio conselheiro: não falei? O Sertão vai virar mar !... Eu só peço a Deus que não precise o mar virar Sertão, embora sertanejo, não saberia viver sem este mar atlântico maravilhoso que emoldura a fronteira leste do nosso Estado.
Mas o que me move neste momento é o desapontamento, justamente com os poderes terrenos do nosso município. Não tenho o que agradecer a eles, é uma pena.
Cada dia, cada semana mais se agravam os nossos problemas sociais e ambientais sem que providências sejam se quer discutidas. Diria chacrinha: “de problemática já estou cheio eu quero é a solucionática!”... As “nossas” praças, ao contrário do que parece ser o entendimento da municipalidade, são públicas, pertencem ao povo, são instrumentos das relações sócio ambientais e portanto de responsabilidade das autoridades de plantão que foram eleitas também, que mais não seja, para conservar o que existe. O que vemos? A praça central, velha e saudosa MANOEL RODRIGUES DA ROCHA OU DA MATRIZ, tantas vezes alterada (diga-se de passagem para pior), é usada inadequadamente para instalação de barracas de feira e quiosques e “acoitar” gangues mirins que ameaçam o comércio local principalmente nos dias de feira, em prejuízo dos santanenses que não dispõem sequer de um mísero banco, com segurança, para sentar socialmente. Os jardins desmazelados e pobres agora têm a companhia de “tocos” de algumas raras árvores que teimavam em resistir, porém tombaram diante das serras e machados, segundo informações correntes, dos funcionários da Prefeitura.
Parte exatamente de quem devia plantar novas e adequadas espécies arbóreas e herbáceas, a iniciativa de extinguir as pouquíssimas que existem.
A praça do monumento, é outro espaço abandonado pelo poder municipal. Se há 15 ou 20 anos possuía poucas árvores, hoje não passam de meia dúzia, que vão morrendo, vão quebrando vão se extinguindo e assim, “a vida vai também sumindo”...
O canteiro central da Pancrácio Rocha, outrora mal arborizado, hoje absolutamente pelado e esburacado, segundo moradores, por obra e ação da própria Prefeitura. A ex-praça das Coordenadas, continua desprezada assim como a entrada da cidade (Av. Presidente Dutra). O único sinal luminoso vive apagado, aumentando o risco de acidentes no Largo do Maracanã. E a praça das Artes na Cohab Velha?
Ummmm, nessa não vou falar mais, é terra arrasada ...
Ah minha gente, quanto vontade eu tinha de agradecer!!!...

MAAS



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