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José Malta Neto
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09/06/2017
FRANCISCO JOSÉ, 40 ANOS NO AR
 
Sexta-feira pude assistir ao Globo Repórter que apresentou uma reportagem especial sobre centenas de pequenas ilhas que pintam de verde o azul do Pacífico. No fundo do mar, uma infinidade de cores. É a Micronésia. Nesta região da Oceania, do outro lado do mundo, vive um povo cercado de mar e que desafia seus limites, domando o vento. (http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2017/06/equipe-do-globo-reporter-nada-entre-dezenas-de-tubaroes-na-micronesia.html).

Essa matéria teve como repórter Francisco José; ao finalizar a matéria, busquei minha agenda para ver algo que escrevi no dia 03 de abril de 2017.

Cumpre-me no momento escrever algo sobre o livro “FRANCISCO JOSÉ, 40 ANOS NO AR” por duas razões importantes.

A primeira e razão maior desta crônica é o compromisso que ela traz, uma vez que ganhei o livro do amigo especial e confrade da Academia Santanense de Letras, Ciências e Artes – Luiz Antonio de Farias, capiá. Receber um livro desse ícone de hombridade e honradez em tudo que faz é, para mim, motivo de orgulho e a certeza de que estou incluso no rol de seus amigos. E essa condição não permite que coloque o livro na minha estante antes de degustar da sua leitura.

A segunda razão é a familiaridade do trabalho do autor com a minha profissão. Ao ler os pré-textos que foram feitos com muito carinho por Sônia Brid e José Hamilton Carneiro, ícones do jornalismo brasileiro, as razões aumentaram, e a vontade de ver os registros de Francisco José, repórter cearense, tornou-se cada vez mais presente, uma vez que em todos os momentos a obra estava sempre por perto.

O autor conseguiu, de forma perfeita, colocar suas experiências ao longo dos seus quarenta anos de carreira em forma de narrativas capituladas. Chico José, mesmo relutando em escrever, conseguiu conectar os temas de forma tão precisa que fiz uma viagem no tempo e no espaço. Visitei com ele os mais longínquos lugares retratados em suas reportagens e vivi as dificuldades por ele relatadas.

Como bom nordestino, que não abriu mão nem do sotaque nas suas reportagens, o jornalista inicia o livro com o relato do Nordeste e suas viúvas de maridos vivos, destacando o retirante em busca de alento financeiro e trabalho no sul do país. Bela história rica de detalhes.

Encantou-me a matéria sobre a estadia do autor numa tribo indígena da Amazônia durante 32 dias e sua dinâmica para salvar a vida de uma jovem índia.

Os mergulhos nos mares renderam brilhantes relatos e o leitor parece que também o faz. Recordei a leitura assistindo ao Globo Repórter, que citei no início desta crônica.
O que mais me impressionou foi a matéria sobre um assalto a um banco, seguido de sequestro com reféns e a perspicácia do jornalista de agir em defesa desses, ficando, inclusive, no lugar de alguns para que o desfecho do caso tivesse um fim ideal. Mesmo contrariando as regras, o jornalista tomou a iniciativa de participar na resolução do caso do assalto. Deixo ao leitor a indicação para que possa ler essa história.

Quero demonstrar minha gratidão ao amigo Luiz Antonio, capiá, por ter me presenteado com um verdadeiro manual do jornalismo prático. Fica aqui o registro de uma dose de inveja branca em não poder ter participado do lançamento desse livro, na cidade de Recife. Recomendo a leitura dessa obra.

Santana do Ipanema 03/04/2017, atualizada em 07/06/2017.


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