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Fábio Campos
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03/11/2017
DO CABELO AO ESCABELO
 
Luislinda Valois, ministra brasileira dos direitos humanos, protagonizou esta semana, episódio que beira a bizarrice. Ao formalizar a presidência da república, pedido de aumento de salário. Até aí nada de anormal, nós professores, também queremos reajuste dos nossos salários. A causa do estardalhaço ficou por conta da quantia pedida, o dobro do que ganhava. E o argumento usado: estaria se sentindo “vítima de trabalho escravo.”

O providencial trocadilho, título desta crônica, é alusão ao cabelo cheio de apliques da ministra, e a condição em que a mesma se colocou: de escrava. Mas, e a origem dessas palavras?

“Cabelo do Latim ‘capillus’, é cada um dos pelos que crescem na parte superior da cabeça do corpo humano. Diferenciam-se dos pelos comuns pelo seu elevadíssimo número e pelo desenvolvimento em comprimento. Podem ser lisos, crespos, ondulados, de diferentes cores: loiro, ruivo, castanhos, negros. Em pessoas idosas, ou sob condições anômalas, brancos. Crescem numa região específica da epiderme denominada couro cabeludo. Fonte: yahoo.com/respostas.”

“Escabelo: banquinho baixo destinado a servir de descanso ou apoio para os pés, quando a pessoa está sentada.(...) as ocorrências da palavra “escabelo” nas Escrituras Gregas Cristãs são citações das Escrituras Hebraicas ou referências a elas. Mt 5:35; At 7:49 “escabelos para os teus pés, Lc 20:43; At 2:35; He 1:13; 10:13”

No Evangelho de São Lucas 20:43: “Assenta-te a minha direita até que eu faça de teus inimigos o escabelo de teus pés.” Jesus Cristo cita o versículo primeiro, do Salmo 109/110 de Davi.

À alguns dias atrás na Escola Estadual Prof. Mileno Ferreira, ocorreu a culminância do projeto: “Matemática Divertida”. As marcas de alguns jogos vivenciados entre alunos e professores ficaram no pátio. Inclusive o desenho da “Amarelinha”, da linha do boliche, da barra de queimado, etc. Fiquei curioso de saber a origem de alguns deles.

“Amarelinha: o nome da brincadeira nada tem a ver com a cor. A palavra veio do francês: “Marelle” referência a um pedaço de madeira, ficha de jogo ou pedrinha. Aos ouvidos portugueses soava como diminutivo de amarelo, daí amarelinha. Outros nomes desta brincadeira: Avião ou Neca= Angola; Pular Macaco= Nordeste brasileiro; Sapata= Rio Grande do Sul; Maré= Minas Gerais; Casa de Bonecas= Ceará. Fonte: livresporte.com.br”

“Escravos de Jó, é um jogo infantil ou cantiga de roda, que exige agilidade e concentração. De origem africana as crianças ficam sentadas com pedrinhas na mão direita, e a medida que cantam vão passando umas as outras.

Escravos de Jó/ jogavam Caxangá/
Tira, põe, deixa o Zambelê ficar/
Guerreiro com guerreiro/fazem zig, zig zá. Fonte:Wikipédia.org.br”

“E qual seria a origem da brincadeira? Muito provável do personagem bíblico, do Antigo Testamento, tenha se apropriado de sua figura. Segundo o dicionário Tupi-Guarani-Português, de Francisco da Silveira Bueno, ‘Caxangá’ vem de caá-cangá que significa “mata-extensa”. Para o Dicionário do Folclore Brasileiro é um adereço usado pelas mulheres alagoanas. A palavra já foi associada aos saquinhos utilizados no contrabando de sementes para as senzalas. Fonte: abril.com.br/historia/quem.era.jo.”

“A escravidão existiu no Brasil. Oficialmente, do período colonial até o fim do império português, a prática, porém, remota a antiguidade, daí a palavra escravo vir do Latim: ‘sclavus’ que significa “pessoa que é propriedade de outra”, vem de “slavus” que conhecemos como “eslavos”, povos desta etnia escravizados em outra época, segundo Alberto da Costa e Silva. Fonte: globo.com/educacao”

E pra encerrar, piadas. Antiga, e novas.

O bêbado a fim de tomar “uma”. Chega pra um careca e:
-Sabia que tem remédio pra essa sua calvice?
-É? O que?...
-Pague “uma” que eu conto.
[tomou a pinga]
-Você pega banha de porco...
-Sim?
-Pague outra.
[tomou outra pinga]
-Daí você começa a esfregar na careca.
-Sim...
-Pague outra.
{mais uma pinga]
Depois do bêbado tomar todas, o careca quer saber:
-E então? Vai nascer cabelo?
-Se nasce, não sei. Mas dá um BRILHO!”

Estas vem do watsapp:

“A mulher vai reclamar ao patrão.
-Fui assediada sexualmente.
-Como assim?
-O Pedro disse que meu cabelo é cheiroso.
-Ora. Que mal há num elogio?
-Ele é anão!”

Placa de Barbearia:

BARBEARIA DARCY CORTO CABELO E PINTO

Fabio Campos, 03 de novembro de 2017.


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