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Antonio Machado
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30/01/2018
CENTENÁRIO DE CARTOLA
 
CENTENÁRIO DE CARTOLA
Antonio Machado
No brilho das estrelas do passado, encontra-se o reflexo da historia do presente, notadamente na fulgurância do legado deixado por aqueles que imprimiram suas vidas com suas vozes, que dada sua magnitude transpuseram os anos dentro da maviosidade da voz que alegram corações e enternecem almas emotivas, perenizando-se na história da música popular brasileira – MPB.
Sabe-se, entretanto, que não se conquista o pódio por um caminho de rosas, mas com muito sacrifício e obstinação. O ano da graça de 2018 está assinalando o centenário de nascimento de Angenor de Oliveira, que passou para a história da música com o nome de Cartola, tendo nascido aos 11 de janeiro de 1908, filho do casal Sebastião Joaquim de Oliveira e Ada Gomes de Oliveira, no Rio de Janeiro, trouxe, pois, Cartola, uma sensibilidade musical, muito acentuada, visto seu pai ser exímio violonista, porém sendo uma família de poucos recursos financeiros, vezes por outra era obrigada a se mudar para outras regiões. Agora a família estava na Mangueira, bairro do Rio, onde Cartola fez amizade com Carlos Cachaça (1902 – 1999), malandro da boemia carioca, e compositor, que ao lado de Cartola produziram belas páginas musicais.
Cartola tornou-se violonista, compositor e cantor, conquistando seus próprios espaços, sua primeira música foi Chega de demanda, que sequer foi gravada, contudo, o melhor estava por vir, posteriormente, escreveu Mangueira tem um astro, Que sorte infeliz, Tenho um novo amor, Na floresta, Quem me ver sorrir, em parceria com Carlos Cachaça, suas músicas foram gravadas pelos melhores astros da época, a exemplo de Francisco Alves, Carmem Miranda, Silvio Caldas, e tantos outros nomes que faziam sucessos na época. Cartola era pedreiro, todavia viveu da música, visto seus dotes musicais sobrepujarem sua profissão, não demorou em ser reconhecido, pois o Brasil cantava suas músicas que infestavam as rádios que começavam a surgir Brasil a fora. Quem não cantou O mundo é o moinho e não se emocionou numa noite de insônia ouvindo As rosas não falam desse genial artista.
Teve dificuldades na vida? E quem não as teve? Quem não falhou na vida? Fracassou? Ah! meu leitor, levante à mão, pois, aquele que não tropeçou, mas o desejo de vencer como artista superou as dificuldades, na busca do querer sempre mais. Escreveu Flaus Vianna: “não decore passos, aprenda a caminhar”. Cartola assim o fez, fez-se por si, cresceu, tornando-se famoso. Hoje 100 anos depois seu nome é lembrado como compositor da verdadeira música, sua estrela ainda brilha, mormente para aqueles que gostam e admiram a verdadeira música. Cartola e Carlos Cachaça, sempre foram bons amigos, pois ambos são fundadores da Estação Primeira de Mangueira em 1925, a primeira escola de samba do Brasil, só isto lhe valeria a imortalidade, pois ele soube ajustar música voz e idealismo e tudo isto o imortalizou, foi casado com d. Zica com quem teve todos os filhos. Neste ano do centenário do grande artista do passado, vamos trazê-lo do passado para o presente nesta geração que certamente se surpreenderá com seu talento, sua historia que soube escrevê-la no livro da música popular brasileira com letras de ouro que se imortalizou no tempo.


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