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22/01/2018
MOTOS DO ABANDONO
 
Os homens com suas inteligências inigualáveis têm levado ao mundo os maiores e mais valiosos inventos de todos os tempos e ciclos de toda a humanidade, tudo isto porque é semelhança do próprio Cristo, o homem do século XXI, que continua desafiando os seres, porque é um ser invisível, mas presente no tempo, compreensível e incompreensível ao mesmo tempo. Santo Augustino dizia que: “se Deus fosse um homem compreensível, deixaria de ser Deus”. Os grandes inventos e descobertas que tem ocorrido ao longo da história, fala de Deus e atestam sua presença restrita, quando acusaram o cientista Luís Pasteur de ser ateu, ele respondeu: “Quando mais me aprofundo na ciência, mais me aproximo de Deus” e aí não coube mais palavras. O ser humano é um eterno modificador do ambiente, Marcus Túlio Cícero (106 – 43 a. C.) filósofo latino escreveu esta máxima que os anos não apagaram: “Nossas mentes possuem sempre natureza de saber a verdade. O homem faz, cria, renova e o tempo aperfeiçoa”. Os inventos tem assombrado o mundo, porém, este preâmbulo talvez, até prolixo ou desnecessário, focamos a exorbitante quantidade de veículos envolvendo motocicletas, vespas, lambretas, e outros veículos em duas rodas, atualmente popularmente denominadas de moto, e, certamente outros inventos hão de vir, tudo isto graças ao cientista alemão Gottlied Wiheln Dainler (1834-1900), o inventor daquela geringonça hoje denominada de moto, que se espalhou mundo afora com suas formas e aspectos diferentes tendo sido ele um alemão que passou para história do mundo como o criador da bicicleta, encurtando distancias, abreviando espaços, propiciando enfim, maior comodidade as pessoas.
O presente artigo tem por objetivo fazer ver as autoridades constituídas sobre a quantidade incalculável de motos abandonadas nos pátios das delegacias regionais, relegadas ao desprezo sujeitas a todas avarias e intempéries da natureza, visto ficarem a céu aberto, se deteriorando ainda mais. O número dessas motos já ultrapassou as raias do limite, talvez nem sequer as próprias regionais saibam o número exato dessas motos e outros veículos obsoletos existentes, sobre seu comando dada a quantidade excessiva desses motores, fala-se em 3.400, porém esse número não corresponde à realidade dos fatos, é possível que seja bem mais.
Acredita-se, entretanto, que devem existir nas leis e códigos do transito normais e politas direcionadas a resolverem tamanhos descalabros (caso motos abandonadas) questiona-se, todavia, a esses veículos serem muito importantes se estivessem nas repartições públicas, a nível de doação, servindo a comunidade, sou daqueles que prefere ver o livro rasgado nas mãos do aluno, ao vê-lo bonito nas estante. Colly Flores em sua epigrama matuto escreveu que: “imposto atrasado de moto, é como despesa de jumento, o elemento não cobra a despesa”. Daí, pois, as motos aos montes nas delegacias, sem os delegados saberem como resolver tamanho impasse, haja vista praticamente, tudo com multas, taxas, infrações, perda de peças levando o proprietário, torna-se inviável ao pagamento do debito para ressarcir o objeto, preferindo perder sendo mais uma moto que vai se juntar a tantas outras destinadas ao ostracismo e consequentemente, ao ferro velho, muitas ainda em perfeito estado de conservação, espera-se, entretanto, que medidas de resgates a estes veículos sejam tomadas, dentro em breve para o bem da cidadania.


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